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A Amazonia é nossa?

Em tempos de eleições municipais, os debates locais prevalecem. Mas, com o pedido de demissão da Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a mídia coloca em foco o velho debate sobre a Amazônia. O Democratas Digitais faz valer uma opinião interessante de Ricardo Noblat: "A Amazônia é nossa", reagem os mais simplórios, os sem argumentos, os nacionalistas babacas em um mundo irreversivelmente globalizado. É nossa uma ova! A Amazônia é um patrimônio da Humanidade - assim como a Antártida, o Everest, a Floresta Negra e tudo mais que possa afetar a qualidade de vida na Terra. Se criticamos Bush por rejeitar compromissos internacionais com a preservação do meio ambiente, nada demais que critiquem o governo brasileiro por relaxar no tratamento dispensado à maior riqueza do país."

A sutentabilidade complexa

Durante a década de noventa, quem fazia alarde sobre os problemas ambientais era tido como reacionário ou era tratado com desdém por diversos setores da sociedade. No inicio desse século, porém qualquer agenda, seja pública ou privada, não pode deixar de constar na sua ordem do dia a questão ambiental. Apesar da consciência ambiental ter avançado no senso comum, não basta focarmos somente neste objetivo sem levarmos em consideração as causas que fizeram com que o planeta chegasse ao atual estágio. Ao se falar em sustentabilidade, logo o pensamento que ocorre para a maioria dos cidadãos é de conservar o meio ambiente, proteger as florestas e seus ecossistemas. Um planeta sustentável é bem mais do que isso. A sustentabilidade deve ser encarada com três enfoques distintos que estão, no entanto, intrinsecamente ligados e devem ter sua importância equiparada: A esfera socioeconômica, ambiental e geopolítica. Não se pode ter esperança de parar os ataques à floresta am...

Eco Power

Começou em Santa Catarina Island no Brasil entre os dias 18 e 30 o Eco Power, uma conferência internacional sobre energias renováveis. Os três figurões mais esperado são o ex-presidente do Chile, Ricardo Lago, e os dois últimos vencedores do Prêmio Nobel da Paz: Muhammad Yunus (2006) e Mohan Munasinghe (2007). A despeito de algumas visões supra-otimistas, o evento traz uma gama de alternativas para conter o aquecimento global. Algumas indicam soluções locais, residenciais, empresariais e públicas para conter o desperdício. Outras apostam na produção de novas tecnologias, a partir do Etanol, do Hidregênio, energia solar e nuclear. Em destaque, o conceito de eficiência energética apareceu nas falas da maioria dos conferencistas até o segundo dia do evento. O Democratas Digitais continua com cobertura do Eco Power.