Dada a complexidade das democracias modernas, o papel dos estados modernos será o de incentivador. Ora, meus caros leitores, a geração de serviços e produção de bens; a economia, é o viés de um grupo social. Se dermos crédito a Hegel, o estado é a manifestação de objetividade de uma sociedade. E vamos assumir que o estado inevitavelmente influencia a economia e a vida das pessoas! Isso não nos leva a um caminho sem volta, senão a um labirinto infindável. Na América, poucos são os defensores daquele welfare state. Velhos ideários são náufragos ante as tormentas da era digital. É chegado o tempo de negar a metafísica política. Não se trata de empirismo ideológico, mas de responsabilidade.
Geração Microsoft
Nesta postagem o leitor terá a oportunidade de ouvir o primeiro Podcast do Democratas Digitais. Você sabe o que é? Se não, dê uma olhada na matéria da Folha aqui! PS: Para ouvir pelo Internet Explorer clique em: baixar o arquivo de som! Ouça o Podcast! Para navegadores Firefox: Pensei que daria paródia, mas “Quando nascemos fomos programados” de cara já denunciava plágio, enjoativamente. Então, resolvi parar e recomeçar. Porque senão seria tachado hipócrita. Acompanhe e entenderá. Lá vai. Geração Microsoft é por assim dizer o momento em que a história da humanidade pôde melhor organizar seus negócios e sua vida diária. Através do processamento de textos e planilhas eletrônicas – softwares os quais até então jamais enriqueceram tanto uma empresa – a corporação do desertor de Harvard, o bilionário Bill Gates, é responsável por uma geração inteira. Depois de vinte anos de interfaces, interação com o usuário lhes sobra. Quer pela marca consolidada que é, quer pelos seus bugs familiares. P...
Comentários